Voltar atrás? Para quê?
Eu quero é que tudo passe
e me passes como a face
da lua, de D a C.
Lá por fora há pinheirais,
areias de vidro ao vento
e um rio em escamas sedento
de ti que não voltas mais
nem que eu morra.
Tomara chuva em tesoura
para me cortar a direito,
o que está feito está feito.
Sem comentários:
Enviar um comentário